Temos que lembrar

Diante de tantas verdades, a frase sangra. A página em branco subjuga o poeta com a calada da noite em que facada firme no peito da pátria é planejada.

A República de antes atacava tirania com promessas para o mais pobre; a república de agora ataca mais o que defende o pobre; porém, este se envolve no esquema do rico. Há rico não investigado apropriadamente, devido ao senso de prioridade midiático. Editores-chefes perdem credibilidade. Vampiros aguardam no silêncio. Continuarão enclausurados, pois é outono de país tropical. Mas acima de tudo tropical.

Há falhas de discursos, conversas e ações. Das temperadas às mais quentes. Estas confundem o poeta. Sem sentido, prefere retomar a vírgula. Pensar. Para não falar bobagem. E poder entregar amor e esperança para essa pátria verde, coração pulsante de aceitação para cidadãos do mundo. Relembremos quem somos, Brasil.

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