Escrever, ensinar e amar

foto de uma turma que deixou muita saudade

Coisas que passam pela minha mente na madrugada da semana de lançar mais um livro: entregar uma obra para o mundo é compartilhar um pouco de todo amor que tenho para oferecer.
Cada convidado, cada pessoa que chamei conta com meu carinho, de um jeito ou de outro. É um imenso presente do tempo poder compartilhar tudo isso. É um tipo de doce razão de viver.
E, assim como em minha missão de professor, acredito no poder transformador desse amor por compartilhar. Pois pode chover “granito” lá fora, pode haver desencontros no mundo, pessoas sem senso de humor e um universo de todos nós mal-compreendidos, pode haver tudo isso que as letras estão lá em sua missão sagrada de próspera eternidade.
Sim! Há um quê de eternidade em quem escreve, nas palavras que ficam. Pois em um parágrafo alguém pode se encontrar e perceber que ninguém está sozinho em sua intensidade. Minha passagem por esse mundo é desse tipo: feita de ser intensamente, fazer acontecer e, mais importante de tudo, compartilhar nesse caminho todo o que aprendi e senti. Meu olhar jamais acabará ou fenecerá enquanto outros olhos se encantarem em meus personagens.
Sem medo de ser o que decidi, sem pedir passagem e sempre me apaixonando em cada esquina das curvas de minha vida cheia de guinadas. Sou um tipo não-sério e nada cauteloso que só sofre se não sentir nada. Mas como de nada coisa alguma é feita. Há uma porção de coisas para ser e muito ainda que escrever nessa fantástica viagem de dividir meu amor com você.

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